e-Learning na promoção da saúde
Têm sido duas semanas de muita pesquisa e reflexão para além de tudo o resto. Andei "perdida" no fabuloso mundo online entre pesquisas centradas no tema dos Modelos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais e pesquisas centradas na área da Saúde, na qual trabalho (especificamente na e-Saúde que não domino, de todo).
Queria planear uma e-atividade que me fosse útil para a minha prática profissional e, porque não, uma inovação na área da Prevenção dos Comportamentos Aditivos e Dependências. Demasiado ambicioso para tão pouco tempo, eu sei. Mas talvez um ponto de partida, para o futuro.
Neste panorama não tenho conseguido focar-me na criação de somente uma e-atividade e tenho encontrado informação, recursos e materiais interessantes na eHealth. Partilho aqui alguns deles:
- A colocar na agenda pela pertinência e inovação dos temas, o Portugal eHealth Summit 2018:
- eEducation & eHealth: à semelhança do que ocorre na Educação, o uso da tecnologia, na saúde, é parte integrante das respostas de qualidade em saúde. Porém, falamos, maioritariamente, de tecnologia, de acesso facilitado a serviços, informação e até encaminhamentos mas, a pouca interatividade. O utente da saúde já tem disponível muitos recursos tecnológicos, online , no entanto, só há pouco tempo se fala desta literacia em saúde assente na tecnologia e nas necessidades dos indivíduos (como por exemplo: atendimentos clínicos virtuais, acompanhamento clínico virtual, criação de fóruns de partilha e reflexão por pares, entre muitos outros).
Para promover a reflexão, deixo um vídeo, do EMCDDA (European Monitoring Centre for Drugs and Drug Addiction), sobre Programas de Tratamento de Drogas Internet-based.
- eLearning & Promoção da Saúde: na área da prevenção dos comportamentos aditivos existem boas práticas do uso da tecnologia e, especialmente, da Internet (redes sociais, jogos, chats, fóruns, vídeos...). Porém, e tal como acontece na generalidade das várias áreas da saúde, estas TIC funcionam como recursos mas são pouco exploradas ou exploradas de forma pouco adequada pelos e-moderadores (sejam eles técnicos de saúde ou professores/educadores).
É fundamental utilizar os Modelos de Aprendizagem em Ambientes Virtuais, com intencionalidade, com formação de e-moderadores para obter os resultados e o impacto que esperamos dos programas de promoção da saúde.
Na educação para a saúde pretende-se promover a literacia, o pensamento crítico, a tomada de decisão, a responsabilização individual pelo bem estar, ao mesmo tempo que se desenvolvem programas de prevenção integrados nos vários contextos e para os vários grupos.
Eis o meu desafio pessoal: adaptar e repensar a minha intervenção tendo em conta estas "novas potencialidades" do onlife.
Vamos ver o que consigo fazer na e-tivitie :)


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